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26/03/2019 - Algodão

Vírus testado em soja e algodão reduz demanda por defensivo convencional


Os últimos testes de bionseticidas que usam como principal agente o baculovírus têm apresentado bons resultados nas lavouras de soja, algodão e milho do Brasil. A boa notícia foi dada no início desta semana por uma empresa multinacional que desenvolve o produto para o mercado nacional.

Segundo os resultados apresentados, colhidos nas áreas onde o bioinseticida foi aplicado, o volume de defensivos convencionais usado para combater lagartas e outros insetos foi reduzida em 20%. Em nota à imprensa, a empresa afirma que 80% dos agricultores que testaram o novo produto biológico aprovam sua eficiência no combate às pragas.

Pesquisadores da EMBRAPA – Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – e do IFG – Instituto Federal Goiano – têm estudado e participado de testes envolvendo bioagentes como auxiliares dos produtores no combate a insetos há mais de uma década e comentam que os avanços nas experiências têm oferecido resultados cada vez mais animadores.

Uma das principais vantagens do baculovírus nas lavouras brasileiras, afirmam estes estudiosos, é que sua ação perdura por um tempo mais longo do que os agentes químicos mais comuns existentes no mercado.

Segundo o IMEA - Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária – o custo dos insumos para a produção de soja e milho ao produtor do estado tem aumentado e novas alternativas para o combate às pragas naturais das lavouras são cada vez mais necessárias e urgentes.

Fonte: Portal da Cidade Lucas do Rio Verde




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