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07/06/2018 - Soja

Redução de impostos da soja argentina é improvável, diz USDA


Um relatório divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) afirma que o atraso na redução de impostos sobre a exportação de soja vinda da Argentina mostra que a medida é improvável. A análise foi baseada no fato de que o ritmo das mudanças tem sido muito rápido para alguns setores da sociedade argentina, o que resulta em protestos públicos organizados por sindicatos, e muito lentos para investidores e aliados do governo, que buscam redução acelerada da inflação e reformas regulatórias.

O departamento lembra que a redução do imposto sobre a exportação de soja faz parte do plano fiscal implantado pelo presidente argentino, Mauricio Macri, desde dezembro de 2015. Na época as taxas sobre as vendas internacionais da oleaginosa foram reduzidos  de 5% para 30% e as sobre o óleo e o farelo de soja passaram para 27%. Nesse cenário, a partir de janeiro desse ano o plano é reduzir o imposto em 5% todos os meses até dezembro de 2019. "Até o final de 2019, o imposto de exportação seria de  18% para soja e de 15% para o óleo de soja e farelo de soja", indica parte do relatório. 

Toda essa situação está intensificando os debates e também as cobranças por parte dos agricultores. Recentemente a Sociedad Rural Argentina e a Federación Agraria Argentina já haviam pedido uma aceleração da redução fiscal em resposta a perdas relacionadas à seca.  Agora, lideranças agrícolas da Argentina exigiram uma audiência de emergência com o presidente Maurício Macri para pressionar o governo, a Casa Rosada por sua vez, afirma que os produtores devem ter cautela e confiar nas medidas que foram tomadas. 

Para o USDA, é possivel que o governo percebeu que os custos políticos de tal mudança eram muito altos levando em consideração às perdas da última safra. De acordo com o Chefe de Gabinete de Macri, Marcos Peña, no momento não se trabalha com uma mudança no sistema tributário de exportação da soja. "Não está na agenda, neste momento, não está sendo avaliado modificar o esquema de retenciones", finaliza. Um relatório divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) afirma que o atraso na redução de impostos sobre a exportação de soja vinda da Argentina mostra que a medida é improvável. A análise foi baseada no fato de que o ritmo das mudanças tem sido muito rápido para alguns setores da sociedade argentina, o que resulta em protestos públicos organizados por sindicatos, e muito lentos para investidores e aliados do governo, que buscam redução acelerada da inflação e reformas regulatórias.

O departamento lembra que a redução do imposto sobre a exportação de soja faz parte do plano fiscal implantado pelo presidente argentino, Mauricio Macri, desde dezembro de 2015. Na época as taxas sobre as vendas internacionais da oleaginosa foram reduzidos  de 5% para 30% e as sobre o óleo e o farelo de soja passaram para 27%. Nesse cenário, a partir de janeiro desse ano o plano é reduzir o imposto em 5% todos os meses até dezembro de 2019. "Até o final de 2019, o imposto de exportação seria de  18% para soja e de 15% para o óleo de soja e farelo de soja", indica parte do relatório. 

Toda essa situação está intensificando os debates e também as cobranças por parte dos agricultores. Recentemente a Sociedad Rural Argentina e a Federación Agraria Argentina já haviam pedido uma aceleração da redução fiscal em resposta a perdas relacionadas à seca.  Agora, lideranças agrícolas da Argentina exigiram uma audiência de emergência com o presidente Maurício Macri para pressionar o governo, a Casa Rosada por sua vez, afirma que os produtores devem ter cautela e confiar nas medidas que foram tomadas. 

Para o USDA, é possivel que o governo percebeu que os custos políticos de tal mudança eram muito altos levando em consideração às perdas da última safra. De acordo com o Chefe de Gabinete de Macri, Marcos Peña, no momento não se trabalha com uma mudança no sistema tributário de exportação da soja. "Não está na agenda, neste momento, não está sendo avaliado modificar o esquema de retenciones", finaliza. 

Por Leonardo Gottems
Fonte: Agrolink




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