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09/09/2019 - Outros

Prizma, nova solução da Kleffmann, é notícia na coluna Broadcast Agro


Prizma, nova solução da Kleffmann, é assunto da coluna Broadcast Agro do jornal O Estado de S.Paulo nesta segunda-feira. Confira:

Quem é você
Companhias de insumos e máquinas agrícolas contrataram a Kleffmann, empresa de pesquisas sobre o agronegócio, para conhecer melhor seu consumidor. Os primeiros resultados do trabalho serão divulgados em janeiro de 2020 e devem trazer dados sobre as preferências de agricultores quanto a máquinas e tecnologias, seu comportamento de compra, meios de financiamento e outros hábitos. Os planos são levantar dados também sobre pecuaristas e criadores de animais. “A solução vai ao encontro das necessidades de nossos clientes em serem mais assertivos no contato com o produtor rural”, explica Carolina Barboza, diretora-geral da Kleffmann no Brasil.

Indústria de suco investe para elevar consumo na UE
A indústria brasileira de suco de laranja vai gastar mais para estimular o consumo na União Europeia. Responsável por 65% das importações do Brasil, o mercado europeu demandou 10% menos no ano-safra 2018/2019, encerrado em junho. Desde 2015 uma campanha permanente destina US$ 6 milhões anuais para ações institucionais e de fomento junto a influenciadores, médicos e pesquisadores que apontem benefícios do suco de laranja integral. O recurso era dividido igualmente entre processadoras brasileiras e empresas que engarrafam a bebida na UE. A partir de agora, as indústrias daqui bancarão 75% e as europeias 25% dos US$ 10 por tonelada de suco congelado e reconstituído comercializado naquele bloco. No caso do suco fresco, a fatia para produtoras aumenta de U$ 1 para US$ 2. Já as engarrafadoras manterão US$ 1 por tonelada

Vaquinha
A ação das indústrias brasileiras será também institucional. A Sucorrico se juntará à Cutrale, Citrosuco e Louis Dreyfus Company (LDC) para bancar o projeto. Outra mudança é no foco da campanha, que dará mais atenção para o consumidor final do suco de laranja e não apenas aos especialistas.

Aqui também
A Natural One inaugura, nesta segunda-feira, a nova linha de envasamento de suco integral na fábrica de Jarinu (SP), de olho nas exportações para mais de uma dezena de países e em um mercado brasileiro que cresce 27% ao ano. A companhia vai mais que dobrar a capacidade de produção, de 100 mil toneladas para 220 mil toneladas por ano.

Vai atrás
A Climate Bonds Initiative (CBI) deve lançar até o fim do ano um plano de investimentos verdes para a agricultura no Brasil. Ele mapeará oportunidades de investimento, ou seja, práticas ambientalmente corretas de produtores ou empresas que poderiam ser financiadas por green bonds. “Queremos posicionar estrategicamente o Brasil como detentor de projetos de agricultura sustentável em escala”, diz Thatyanne Gasparotto, head da CBI para a América Latina.

Ajuda
Para dar um empurrão, a Iniciativa Brasileira de Finanças Verdes, coordenada pelo próprio CBI e pelo Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS) para fomentar investimentos em ações sustentáveis, promoveu no fim de agosto um primeiro encontro entre empresas e investidores privados brasileiros e estrangeiros.

Na paralela
A CBI trabalha na elaboração de diretrizes para que iniciativas do agro possam obter crédito por meio da emissão de “green bonds”. A intenção é ter tudo pronto em meados de 2020. “O agronegócio brasileiro já poderia ter volume considerável de emissões de títulos verdes se houvesse critérios estabelecidos”, diz Thatyanne. Os green bonds são títulos emitidos por empresas de diversos setores que adotam ações de conservação ambiental e redução das emissões de gases de efeito estufa, conforme regras preestabelecidas.

Embaixada
A União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica) terá, a partir da quarta-feira (11), novo escritório em Brasília. A entidade não fez economia. Escolheu uma mansão no Lago Sul, que vem sendo chamada de “embaixada do etanol” pelo luxo e pela proximidade com representações diplomáticas na capital federal. O paisagismo inclui o plantio de um canavial no terreno.

Pesa no bolso
O plantio de milho 2020 em Mato Grosso deve ficar mais caro com a alta do dólar. É que a maior parte dos insumos usados na lavoura é importada. Para a soja, que começará a ser cultivada neste mês, agroquímicos, fertilizantes e sementes estão praticamente comprados. Mas no caso do milho, é necessário comprar aproximadamente 40% dos insumos para a safra que será plantada a partir de janeiro, diz o gestor técnico do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), Cleiton Gauer.

Atrelado
No caso dos defensivos, o preço em real subiu 3% a 5% em agosto frente a julho, segundo o Imea. “É um reajuste significativo e deve pesar no custo total da safra, até porque vimos o dólar se mantendo acima de R$ 4,10 na primeira semana de setembro”, destaca Gauer. O dólar se valorizou 2,68% no último mês e acumula alta de 4,91% desde o início do ano.

Por Coluna Broadcast Agro 
Fonte: O Estado de S.Paulo




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