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14/01/2020 - Pecuária

Pressão de compradores deixa o preço do boi estável no Brasil


O mercado físico do boi gordo inicia a semana com os frigoríficos de maior porte novamente tentando exercer alguma pressão. Segundo o analista de Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, é importante destacar que esse quadro só é possível pela mudança do perfil de consumo no início do ano, com o consumidor médio descapitalizado, optando por produtos que causem um menor impacto em sua renda média. “Por sua vez, o grande limitador de movimentos mais agressivos de queda é a oferta de animais terminados, ainda restrita em uma importante parcela do país”, observou.

Em São Paulo, Capital, preços a R$ 201 a arroba para pagamento à vista, ante R$ 202 a arroba na sexta-feira. Em Minas Gerais, preços de R$ 192 a arroba, em Uberaba, estáveis. Em Mato Grosso do Sul, preços caíram de R$ 191 para R$ 189 a arroba, em Dourados. Em Goiás, o preço indicado ficou estável em R$ 190 a arroba em Goiânia. Já em Mato Grosso o preço  ficou em R$ 177,00 a arroba em Cuiabá, inalterado.

Atacado 
No mercado atacadista, os preços seguem firmes. A tendência de curto prazo ainda remete à correção, avaliando o perfil do consumo, com o brasileiro  médio ocupado com gastos rotineiros, como algumas tributações, além da compra de material escolar. 

As exportações de carne bovina in natura do Brasil renderam US$ 285,5 milhões em janeiro (7 dias úteis), com média diária de  US$ 40,8 milhões. A quantidade total exportada pelo país chegou a 55,5 mil toneladas, com média diária de 7,9 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 5.146,10. 

Corte traseiro segue cotado a R$ 15,15. Corte dianteiro ficou estável em R$ 10,75, por quilo. Ponta de agulha permanece cotada a R$ 10,20, por quilo.  

Fonte: Canal Rural




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