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21/01/2020 - Milho

Milho segue elevado e viés de alta


O mercado físico do milho continua firme no Brasil, com preços elevados e viés de alta, aponta a T&F Consultoria Agroeconômica. No Rio Grande do Sul nada mudou de sexta para esta segunda-feira: os preços ao produtor giram entre R$ 40,00 e R$ 41,00/saca e os preços dos mercados de lotes entre R$ 45,00 e R$ 46,00/saca, até R$ 48,00 na Serra, alta de 6,97% em relação aos preços de dezembro. 

“Grande produtor de carnes, o estado tem um déficit ao redor de 2,0 milhões de toneladas anuais, que compra em sua maioria do Mato Grosso do Sul e eventualmente do Paraná e do Paraguai. Mas os exportadores não desistem: estão oferecendo R$ 50,00/saca em Rio Grande. Em Santa Catarina o preço de R$ 50,00/saca parece estar consolidado posto interior do estado em várias localidades”, apontam os analistas da T&F.

No Paraná os bids dos compradores recuaram um real/saca para R$ 46,00, no disponível, nas fábricas dos Campos Gerais, embora tenha havido negócios pontuais a R$ 51,00 na semana passada. Para entrega futura, o preço é R$ 44,00 posto fábricas para março e abril.

No porto segue a R$ 42,00 (sem atrativo, portanto). Muito poucos lotes negociados no Norte do estado, com preços entre R$ 47,00 e R$ 47,50 FOB armazém. Já no Oeste do estado, outra região com muita demanda devido às suas muitas indústrias de carne, os preços de comprador giram ao redor de R$ 45,00/45,50, com vendedor a R$ 46,00/47,00/saca.

Ainda de acordo com a T&F, em São Paulo as cargas de tributado aparecem pontualmente e, embora colaborem para aumento da disponibilidade em São Paulo, não sanam toda a demanda. As cargas são originarias de Goiás. Os preços do atacado local estão a R$ 50,55 em Itapetininga, R$ 50,67 na Mogiana, R$ 50,80 em Votuporanga.

Por Leonardo Gottems
Fonte: Agrolink




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