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27/12/2019 - Tecnologia

Do campo para o digital: plataformas apostam no agronegócio online


Bancos, lojas, alimentos, educação…enfim. Uma infinidade de produtos e serviços está disponibilizado na internet a poucos cliques dos consumidores, mas o agronegócio, setor bastante significativo da economia brasileira, ainda patina no mercado online. Para mudar essa realidade, duas iniciativas que conectam compradores e vendedores está em expansão.

“No mundo dos commodities, é tudo muito rápido. Então, esse mundo digital nos proporciona eficiência e agilidade. Daí nasceu da minha cabeça a ideia de modernizar a comercialização do agronegócio”, explica Francisco Lavor, fundador da CBC Agronegócios, empresa de marketplace voltada para o agronegócio.

Segundo Lavor, há consultores de negócios na empresa para auxiliarem os usuários, mas toda a responsabilidade do negócio fica entre vendedores e compradores.

Café online
Outra iniciativa do setor é a Grão Direto, plataforma de comercialização entre produtores de grãos e compradores. “Nós surgimos como uma oportunidade para que profissionais da área possam encontrar informações para tomarem as melhores decisões nos negócios”, explica Alexandre Borges, CEO da empresa.

De acordo com Borges, a empresa tomou a decisão de trabalhar com os principais grãos da agricultura brasileira, que são milho, soja e sorgo — cereal utilizado sobretudo na alimentação animal. A ideia é que, com o tempo, a gama de grãos comercializados aumente dentro da plataforma.

“Hoje a plataforma é aberta para produtores, compradores de grãos, corretores. Qualquer pessoa pode fazer download por mobile ou acessar via web. Nós é que fazemos essa curadoria para entender quem pode negociar na plataforma”, segundo Borges.

“A plataforma também oferece páginas com informações, como índices de preços por região. Isso ajuda todo o mercado. O site também facilita os negócios com contratos digitais. O produtos está muito aberto a inovação”, afirma Borges.

Na Grão Direto, o produtores não pagam nada para usar ou negociar. Já os compradores pagam uma taxa, caso fechem o negócio por meio da plataforma. Para os compradores de maior porte há oportunidade de planos de assinatura, completa o executivo.

Por Dinalva Fernandes
Fonte: E-Commerce Brasil




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