Notícias

13/02/2019 - Tecnologia

Cultivos de Verão: o desafio da degradação dos solos e as novas soluções tecnológicas


O agronegócio brasileiro tem muitas culturas, diversas de acordo com a região plantada e o período. No verão, as mais comuns são o arroz, o feijão, o milho, a mandioca, o algodão, o sorgo e a mamona, além de frutas como abacaxi, melancia e manga. Em comum, a adaptação e o desenvolvimento das plantas sob forte calor e bastante chuva.

Essa combinação de calor, umidade e precipitações hídricas em excesso em alguns pontos, ao mesmo tempo que é benéfica para o crescimento dessas culturas, também propicia a evolução de pragas e, um dado alarmante, da erosão.

Documento de 2015 da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO), com participação da Embrapa, revelou que 33% dos solos do mundo estão degradados.

Somente a erosão elimina 25 bilhões a 40 bilhões de toneladas de solo por ano, reduzindo significativamente a produtividade das culturas e a capacidade de armazenar carbono, nutrientes e água. Perdas de produção de cereais devido à erosão foram estimadas em 7,6 milhões de toneladas por ano.

No Brasil, os principais problemas encontrados são erosão laminar, perda de carbono orgânico, salinização e desequilíbrio de nutrientes, o que culmina com a perda de produtividade das lavouras. A acumulação de sais no solo, um dos fatores da erosão, reduz o rendimento das culturas e pode eliminar completamente a produção vegetal. No País, a área mais afetada pelo problema é o Nordeste, geralmente provocada por irrigação em áreas impróprias.

A erosão leva, literalmente, água abaixo a lavoura e a camada mais fértil do solo, que fica na superfície. As gotas de chuva batem com força no solo, desagregam os torrões de terra e formam pequenos grãos. Leves e barreiras no caminho, eles são arrastados seguindo o declive natural do terreno e se acumulam nas partes mais baixas, onde, geralmente, há outra propriedade, uma nascente ou um rio.

A tecnologia como aliada
Em se tratando de prevenção e ação contra erosões, uma tecnologia de monitoramento dos solos está causando grande impacto na agricultura com imagens aéreas que fazem diferença no desenvolvimento e utilização das boas práticas agrícolas e permitem a fazendeiros e agrônomos agirem de maneira proativa nas plantações reduzindo perdas.

A AirScout trouxe ao Brasil a tecnologia que propicia o conhecimento mais detalhado dos solos da fazenda, disponibilizando uma infraestrutura de dados de solos unificada, e possibilitando ações preventivas de manejo e cuidados visando à manutenção da produtividade das lavouras a curto, médio e longo prazo.

As imagens térmicas AirScout, além de oferecer dados precisos sobre a saúde das plantas, monitoram condições do campo ao longo do ano para buscar erosão, linhas de drenagem, etc. Com AirScout, alertas sobre compactação do solo e sanidade das culturas são dados semanas antes do possível com qualquer outra ferramenta, abrindo possibilidades de intervenção com tratamentos prescritivos antes que a produtividade seja ameaçada.

O serviço disponibilizado pela AirScout também proporciona ao produtor o diagnóstico antecipado sobre as condições do solo e das plantas, permitindo o acompanhamento permanente de pragas, a medida correta na aplicação de herbicidas e o manejo ideal da irrigação a fim de não prejudicar o solo.

Fonte: Exame.com/Dino - http://tempuri.org/tempuri.html




Mantenha-se atualizado com o Agro KLFF

Cadastre-se e recebe diariamente as novidades do mercado

2016 Portal KLFF. Todos os direitos reservados.

Termos de uso. Política de privacidade.