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17/06/2019 - Milho

Confira o que pode alavancar as cotações do milho na semana


O excesso de chuvas no cinturão produtor dos Estados Unidos prejudicou o plantio do milho, o que reduziu a área plantada em relação ao previsto inicialmente. Mas, agora, o problema é outro: a previsão de mais precipitações coloca em risco o bom desenvolvimento das plantas, informa a Safras & Mercado.

Confira que pode mexer com os preços do grão na próxima semana. As dicas são do analista Fernando Henrique Iglesias.
  • O mercado segue observando atentamente os modelos climáticos para o Meio-Oeste norte-americano. O excesso de chuvas em alguns estados prejudica o desenvolvimento das lavouras, podendo resultar em baixa produtividade;
  • O relatório semanal de condições das lavouras do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) ocupa um papel de destaque na formação de tendência de curto prazo;
  • Além disso, o mercado observará atentamente o relatório trimestral dos estoques divulgado pelo USDA no próximo dia 28, com projeções mais concretas em torno da área plantada de milho e da produtividade média;
  • A guerra comercial entre EUA e China segue em curso com ataques em direção a grandes empresas, até o momento não há indícios claros de trégua.
  • A paridade de exportação segue determinante para a formação dos preços no curto prazo, com a movimentação na Bolsa de Chicago e o processo de desvalorização do real ao longo da sexta-feira, dia 14, houve novo reajuste dos preços nos portos, aumentando a concorrência para o consumidor doméstico;
  • O clima seco em grande parte do Centro-Sul do Brasil favorece o avanço do trabalho de campo;
  • Internamente, as indicações no porto chegaram a alcançar o patamar de R$ 42 no decorrer da sexta-feira, aumentando a competição para o consumidor doméstico.
  • Brasil aciona OMC contra barreiras impostas pela Indonésia à carne de frango
  • Em 2017, o Brasil ganhou disputa contra a Indonésia na OMC – os juízes deram prazo até junho do ano passado para os indonésios eliminarem as barreiras contra o frango brasileiro. “Até hoje, porém, o país asiático não autorizou as exportações brasileiras. A ministra Tereza Cristina visitou a Indonésia no mês passado, e a exportação de carnes foi um dos temas da conversa”, lembra a pasta. Na ocasião, a ministra pediu uma reposta ao governo indonésio sobre a missão técnica daquele país que visitou frigoríficos no Brasil em abril de 2018.
  • Ainda conforme a Agricultura, o Órgão de Solução de Controvérsias terá de examinar se os indonésios implementaram as determinações da OMC, além de tentar descobrir se o país continua violando o Acordo SPS (sobre barreiras sanitárias e fitossanitárias), ao atrasar, sem justificativa, o reconhecimento sanitário dos exportadores brasileiros. Pelas regras da OMC, os países não podem retardar indefinidamente a concessão das autorizações sanitárias. O órgão não identificou motivos para a demora na conclusão dos procedimentos.
  • Na viagem, Tereza Cristina disse ao ministro da Agricultura da Indonésia, Amran Sulaiman, que o Brasil tem condições de suprir a demanda por proteína animal dos indonésios, principalmente de carne bovina, sendo um fornecedor alternativo e com preços mais baratos em relação à carne da Austrália, de onde vem a maior parte da carne consumida no país. A Indonésia tem 264 milhões de habitantes e pode representar um importante mercado para as exportações brasileiras, destaca a pasta no comunicado.

Fonte: Canal Rural




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