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16/01/2020 - Soja

Acordo EUA-China inclui compra de oleaginosas, carnes, cereais e algodão norte-americanos


O texto da fase 1 do acordo comercial entre Estados Unidos e China prevê aumento de compras chinesas de produtos agropecuários norte-americanos de US$ 12,5 bilhões em 2020 e US$ 19,5 bilhões em 2021, totalizando em dois anos US$ 32 bilhões. Conforme o anexo do documento divulgado pelo governo, as novas compras chinesas no país serão distribuídas entre oleaginosas, carnes, cereais, algodão, frutos do mar e outras commodities agrícolas dos EUA. O documento, entretanto, não traz metas de compras por volume ou receita para cada grupo de commodities.

Em relação às carnes estão incluídas bovina e suína in natura e congelada. Quanto à carne de frango, o acordo indica que os EUA e a China deverão implementar protocolo de cooperação sobre notificação e procedimentos de controle para doenças de frangos 30 dias após a entrada em vigor do acordo.

Já entre os cereais, aparecem como possíveis produtos a serem adquiridos trigo, milho, arroz e sorgo. O grupo de outras commodities inclui alfafa, citros, laticínios, suplementos alimentares, bebidas destiladas, grãos de destilaria secos, óleos essenciais, etanol, cenouras frescas, frutas e legumes, ginseng, alimentos para animais de estimação, alimentos processados, nozes e vinho, além de outros itens como aves vivas e óleo de soja.

O acordo indica ainda que os dois países desejam tornar a agricultura "um forte pilar da relação bilateral". O documento sinaliza que EUA e China pretendem intensificar a cooperação na agricultura para expandir o mercado de cada país para alimentos e produtos agrícolas e promover o crescimento do comércio desses itens entre as partes.

Por Leticia Pakulski
Fonte: Broadcast Agro




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